De Albert Camus a Clarice Lispector e por influências da músicas do Rock n Roll nacional e Internacional, nos livros de Jules Verne, nas artes esperançosas de Frida Kahlo e nos protestos trazidos pela cultura do rap e do funk.
Extremamente confusa e, na mesma proporção, intensa e verdadeira.
Escrita que tenta traduzir as cavernas que existem dentro do meu peito e que, de certo modo, me mantém viva e me aceita quando estou morta.

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